quinta-feira, 13 de novembro de 2008

Invertebrados

Os animais diferem entre si em tamanho, estrutura, modo de vida e em outras características. A humanidade já adquiriu, acerca dos animais, conhecimentos suficientes para encher uma grande biblioteca, mas muito ainda resta saber e aprender e muitas questões para serem respondidas.

Para facilitar o estudo dos animais e para que se possa falar a seu respeito foi necessário denomina-los e descreve-los, reconhecendo suas semelhanças e diferenças.

Ao contrário dos vertebrados que estudamos, os invertebrados são todos os animais que não apresentam vértebras. O grupo dos invertebrados reúne vários filos com características bem distintas. Os mais simples são denominados invertebrados inferiores e os mais complexos, superiores. Embora não sejam tão conhecidos como os vertebrados, aparecem na natureza em maior número e variedade. São mais antigos e a partir dele é que evoluíram os vertebrados.

Existem descritas mais de um milhão de espécies animais. Deste número, cerca de 5% possuem coluna vertebral e são conhecidos como vertebrados. Todas as outras, o que inclui a maior parte do reino animal, são invertebrados.

Não há uma única característica positiva comum a todos os invertebrados. Ë imensa a variação no tamanho, na diversidade e na adaptação a diferentes modos de existência.

Obviamente a zoologia dos invertebrados não pode ser considerada um campo especial da zoologia. Um campo que abrange todos os aspectos biológicos: morfologia, embriologia e ecologia. Além destas áreas limitadas, o número e a diversidade dos invertebrados é grande demais a ponto de não permitir mais do que um bom conhecimento geral dos grupos.

Cada grupo possui peculiaridades estruturais, terminologia anatômica especial e distinta classificação. Todos estes fatores tendem a exagerar as diferenças entre os grupos e a ofuscar as semelhanças funcionais e estruturais que resultam de modos similares de existência e das condições similares do ambiente.

Os mecanismos de alimentação dos animais estão intimamente relacionados ao seu modo de vida, que pode ser fixo ou séssil. São radialmente simétricos ou têm simetria bilateral. Apresentam patas ou podem se arrastar, nadar e flutuar. Seus aparelhos digestivos podem ser completos (boca-ânus) ou não, podem retirar oxigênio da água ou do ar. Vivem em todos os tipos de ambientes. Sua alimentação é bastante variada e se reproduzem de forma sexuada ou assexuada, podendo também ser hermafroditas.

De modo geral suas características são específicas para cada filo e podem ser muito distintas até mesmo dentro do mesmo filo, devido a grande variedade de animais.

Características principais dos invertebrados

O grupo dos invertebrados inclui 97% de toda a espécie animal, exceto o dos vertebrados (peixes, répteis, anfíbios, pássaros e mamíferos).
Uma característica comum a todos os invertebrados é a ausência da espinha dorsal. Como exemplo, podemos citar as esponjas (que apesar de nem sempre se enquadrarem nesta categoria, continuam a fazer parte deste grupo).
Além da ausência de espinha dorsal, há ainda outras características comuns a estes seres, como:
· formação multicelular (grupos diferentes de células compõem este organismo)
· ausência de parede celular (pois são formados por célula animal)
· com exceção das esponjas, possuem tecidos como resultado de sua organização celular
· sua reprodução geralmente é sexuada (gametas masculinos e femininos se combinam para formar um novo organismo)
De forma geral, podemos dizer que a grande maioria dos invertebrados é capaz de se locomover. Contudo, as esponjas somente realizam esta tarefa quando elas ainda são bem jovens e pequenas. Já as lagostas e os insetos são capazes de se movimentar durante toda sua existência.
Diferentemente dos vegetais (que produzem sua própria energia através da fotossíntese), os invertebrados necessitam extrair a energia necessária para sua sobrevivência através de outros seres. Para isso, eles se alimentam de seres autótrofos (vegetais) e heterótrofos (animais).

Surgimento dos Invertebrados

Surgiram os primeiros seres vivos, as bactérias, muito parecidos com os representantes atuais do Reino Monera. Após isso surgiram os protozoários(heterotróficos) e as algas(autotróficas fotossintetizantes), do Reino Proctista. Depois surgiram as plantas, do Reino Plantae(as primeiras a conquistar o ambiente terrestre), que também são autotróficas fotossintetizantes. Depois surgiram os fungos, que diferenciam-se das plantas por serem heterotróficos.
Finalmente, surge o Reino Animalia, em que uma grande parte dos animais não são vertebrados. Poríferos, Cnidários, Platelmintos, Nematelmintos, Nematódeos, Moluscos, Anelídeos, Artrópodes e Equinodermos, nenhum é vertebrado. Nos Cordados, todos tem vertebras, com exceção dos Urocordados, Cefalocordados e o peixe-bruxa(que eu não sei por que esta no subfilo vertebrata se não tem coluna vertebral). A partir daí os animais começam a apresentar esqueleto cartilaginoso ou ósseo.

quarta-feira, 12 de novembro de 2008

Criação - EVOLUÇÃO

A teoria da evolução transgride duas leis fundamentais da natureza: a primeira e a segunda Lei da Termodinâmica. A Primeira Lei declara que não importa que mudanças se efetuem, nucleares, químicas ou físicas, a soma total da energia e da matéria (realmente equivalentes) permanece constante. Nada atualmente está sendo criado ou destruído, embora transformações de qualquer espécie possam acontecer. A Segunda Lei declara que cada alteração que acontece tende natural e espontaneamente a sair de um estado ordenado para um estado desordenado, do complexo para o simples, de um estado de energia alta para um estado de energia baixa. A quantidade total de casualidade ou desordem no universo (a entropia é uma medida dessa casualidade) está constante e inevitavelmente aumentando. Qualquer aumento na ordem e complexidade que possa ocorrer, portanto, só poderia ser local e temporária; mas a evolução exige um aumento geral na ordem que se estenda através dos períodos geológicos. Os aminoácidos não se combinam espontaneamente para formar proteínas, mas as proteínas se quebram espontaneamente em aminoácidos, e os aminoácidos lentamente se desfazem em compostos químicos mais simples. Com cuidadoso controle de reagentes, uso de energia e remoção de produtos da fonte de energia (conforme se faz nas atuais experiências da "origem da vida"), o homem pode sintetizar aminoácidos a partir de gases, e proteínas a partir de aminoácidos. Mas, sob quaisquer combinações das condições realistas primordiais da terra, esses processos jamais poderiam ter acontecido. Esse fato ficou adequadamente demonstrado por Hull que concluiu: "0 químico físico, orientado pelos princípios comprovados da termodinâmica. química e cinética, não pode oferecer nenhum incentivo ao bioquímico que necessita de um oceano cheio de compostos orgânicos para formar até mesmo coacervatos sem vida. Hull estava aqui se referindo às especulações sobre a origem da vida.